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As criptomoedas Itaú permitem que clientes do banco invistam em ativos digitais diretamente pelo aplicativo, sem a necessidade de abrir conta em uma exchange. A solução reúne compra, venda e custódia dos criptoativos em um único ambiente, oferecendo praticidade para quem deseja começar a investir ou diversificar a carteira.

Além da facilidade de acesso, o Itaú informa que utiliza infraestrutura própria para a guarda dos ativos e segue padrões de segurança compatíveis com uma instituição financeira regulada. Ainda assim, é importante lembrar que criptomoedas são investimentos de alto risco e podem apresentar fortes oscilações de preço.

Como funcionam as criptomoedas Itaú?

O serviço permite negociar diferentes criptoativos diretamente pelo aplicativo do banco.

Depois da compra, os ativos permanecem registrados em suas respectivas blockchains, enquanto a custódia é realizada pelo próprio Itaú. Isso significa que o cliente não precisa criar uma carteira digital nem gerenciar chaves privadas para armazenar suas criptomoedas.

Segundo o banco, é possível começar a investir a partir de R$ 10, tornando o acesso ao mercado mais simples para investidores iniciantes.

Outro diferencial é que toda a negociação ocorre dentro do ambiente do aplicativo, permitindo acompanhar as operações juntamente com os demais investimentos.

Quais criptomoedas estão disponíveis?

Atualmente, o Itaú disponibiliza negociação de diversos ativos digitais.

Entre eles estão:

  • Bitcoin (BTC);
  • Ether (ETH);
  • Solana (SOL);
  • XRP;
  • USDC;
  • Chainlink (LINK);
  • Aave (AAVE);
  • Avalanche (AVAX);
  • Litecoin (LTC);
  • POL;
  • Arbitrum (ARB);
  • Bitcoin Cash (BCH);
  • Optimism (OP);
  • Uniswap (UNI);
  • Pax Gold (PAXG).

A lista pode ser atualizada pelo banco ao longo do tempo, com a inclusão ou remoção de ativos.

Como comprar criptomoedas pelo aplicativo do Itaú?

Antes de realizar qualquer investimento, o banco recomenda verificar se o Perfil de Investidor está atualizado.

Depois disso, basta seguir este passo a passo:

  1. Abra o aplicativo do Itaú.
  2. Acesse “Investir e gerenciar”.
  3. Toque em “Criptoativos”.
  4. Escolha a criptomoeda desejada.
  5. Informe o valor da compra.
  6. Confirme a operação.

Todo o processo é realizado pelo aplicativo, sem necessidade de acessar plataformas externas.

Como vender criptomoedas?

O procedimento de venda também acontece dentro do aplicativo.

Para isso, basta:

  1. Acessar “Investir e gerenciar”.
  2. Selecionar “Criptoativos”.
  3. Escolher o ativo que deseja vender.
  4. Tocar em “Vender”.
  5. Confirmar a operação.

Após a conclusão da negociação, os recursos são disponibilizados conforme as regras operacionais do banco.

Como funciona a segurança?

Um dos principais diferenciais das criptomoedas Itaú é a estrutura de custódia oferecida pelo banco.

Segundo a instituição, os ativos adquiridos permanecem registrados diretamente nas respectivas blockchains, enquanto as chaves criptográficas são armazenadas em infraestrutura desenvolvida internamente, com múltiplas camadas de proteção, monitoramento e controle.

O Itaú também informa que os criptoativos dos clientes permanecem segregados do patrimônio do banco. Em outras palavras, eles pertencem exclusivamente ao investidor.

Além disso, como instituição financeira supervisionada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o banco afirma adotar políticas de gerenciamento de riscos compatíveis com suas operações.

Existem taxas para negociar?

Sim. O Itaú cobra uma taxa de intermediação tanto nas operações de compra quanto de venda.

Segundo o banco, essa cobrança varia de acordo com o valor negociado. De forma geral, operações de maior valor costumam ter uma taxa percentual menor.

Antes de confirmar qualquer negociação, o aplicativo apresenta as informações sobre os custos da operação.

Quais riscos o investidor deve considerar?

Apesar da praticidade, investir em criptomoedas continua envolvendo riscos importantes.

Os ativos digitais podem sofrer grandes oscilações de preço em períodos curtos, o que significa que tanto ganhos quanto perdas podem ocorrer rapidamente.

Além disso, o Itaú destaca que:

  • Não há garantia de rentabilidade;
  • Não existe garantia de preservação do capital investido;
  • Os criptoativos não possuem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC);
  • O investimento deve ser compatível com o perfil do investidor.

Antes de aplicar recursos, vale avaliar se esse tipo de investimento faz sentido para seus objetivos e sua tolerância ao risco.

O Itaú oferece conteúdo para quem quer aprender?

Sim. Além da plataforma de negociação, o Itaú disponibiliza gratuitamente um curso sobre criptoativos em seu canal oficial no YouTube.

O conteúdo apresenta conceitos básicos do mercado, explica como funcionam os ativos digitais e aborda os principais riscos envolvidos. Para quem está começando, essa pode ser uma boa forma de adquirir conhecimento antes de investir.

Vale a pena investir em criptomoedas pelo Itaú?

As criptomoedas Itaú podem ser uma alternativa interessante para clientes que valorizam praticidade e preferem concentrar seus investimentos em uma única instituição financeira. A possibilidade de comprar, vender e acompanhar os ativos diretamente pelo aplicativo elimina a necessidade de utilizar plataformas externas e simplifica a experiência para quem está começando.

Ao mesmo tempo, é importante lembrar que a facilidade de acesso não reduz os riscos desse mercado. Antes de investir, avalie seu perfil, conheça as características das criptomoedas e invista apenas valores compatíveis com seus objetivos financeiros e sua capacidade de lidar com oscilações.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual é o valor mínimo para investir em criptomoedas no Itaú?

Segundo o banco, é possível começar a investir a partir de R$ 10.

Quais criptomoedas estão disponíveis no Itaú?

Entre os ativos disponíveis estão Bitcoin, Ether, Solana, XRP, USDC, Chainlink, Avalanche, Litecoin, Aave, Arbitrum, Bitcoin Cash, Optimism, Uniswap, POL e Pax Gold.

Preciso de uma carteira digital para investir?

Não. As criptomoedas adquiridas pelo aplicativo ficam sob a custódia do Itaú, que realiza o gerenciamento das chaves criptográficas.

As criptomoedas têm garantia do FGC?

Não. Assim como ocorre com outros investimentos em criptoativos, não existe cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

O Itaú cobra taxa para comprar e vender criptomoedas?

Sim. Existe cobrança de taxa de intermediação nas operações de compra e venda. Segundo o banco, quanto maior o valor negociado, menor tende a ser o percentual aplicado.